A Hamsá é um talismã com a aparência da palma da mão com cinco dedos estendidos, usado por praticantes do Judaísmo e do Islão como um amuleto contra mau-olhado. Também é conhecida pelos nomes Chamsá, Mão de Deus, Mão de Fátima, Olho de Fátima, Mão de Míriam ou Mão de Hamesh.
- Descrição
Ela é uma mão simétrica, cujo polegar e o mindinho são idênticos e apontam para os lados, e o dedo médio é o eixo de simetria.
Há também Hamsás com forma de pombas semelhantes a uma mão. Ela pode aparecer também como uma mão normal, com um polegar distinto do mindinho.
Frequentemente, possui o desenho de olhos, pombos,peixes e estrelas de Davi para fortalecer o seu simbolismo.
Frequentemente, possui o desenho de olhos, pombos,peixes e estrelas de Davi para fortalecer o seu simbolismo.
- Uso
A Hamsá é usada como amuleto contra mau-olhado.
É muito popular no Oriente Médio, especialmente no Egito.
É muito popular no Oriente Médio, especialmente no Egito.
A mão pode ser encontrada em diversas formas, desde joias até azulejos e chaveiros.
Embora o Alcorão vete o uso de amuletos, a Hamsá é facilmente encontrada entre seguidores do Islão.
Os muçulmanos a associam aos cinco pilares do Islão, e também a chamam de mão de Fátima, sendo Fátima a filha preferida de Maomé.
Notadamente, a Hamsá aparece, junto com outros símbolos islâmicos.
O símbolo também é associado ao Torá, que é composto de cinco livros.
Notadamente, a Hamsá aparece, junto com outros símbolos islâmicos.
O símbolo também é associado ao Torá, que é composto de cinco livros.
- História
Existem evidências arqueológicas do uso da Hamsá como um escudo contra o mau-olhado já antes do Judaísmo e do Islão.
Há indícios de que a Hamsá seria um símbolo fenício, associado a Tanit, deusa-chefe de Cartago cuja mão ou vulva afastava o mal.
Posteriormente, o símbolo foi adotado pela cultura árabe, que o passou para os judeus. A Hamsá também aparece no Budismo; é chamada de Abhaya Mudra e possui conotação semelhante à descrita, significando a dissipação do medo.
Atualmente, defensores da paz no Oriente Médio têm usado a Hamsá. O símbolo lembraria as raízes comuns do judaísmo e do islamismo. Nesse caso, não seria mais um talismã contra o mau-olhado, mas um símbolo de esperança de paz na conturbada região.
Há indícios de que a Hamsá seria um símbolo fenício, associado a Tanit, deusa-chefe de Cartago cuja mão ou vulva afastava o mal.
Posteriormente, o símbolo foi adotado pela cultura árabe, que o passou para os judeus. A Hamsá também aparece no Budismo; é chamada de Abhaya Mudra e possui conotação semelhante à descrita, significando a dissipação do medo.
Atualmente, defensores da paz no Oriente Médio têm usado a Hamsá. O símbolo lembraria as raízes comuns do judaísmo e do islamismo. Nesse caso, não seria mais um talismã contra o mau-olhado, mas um símbolo de esperança de paz na conturbada região.
